quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Social commerce: engajando as mídias sociais com o E-commerce.

As mídias sociais são poderosos canais midiáticos contemporâneos. O valor da mídia social vem das pessoas e do fruto dos seus relacionamentos — e do envolvimento entre os dois.
A troca de “moedas sociais” contribui para o capital social de cada um dentro de cada rede . Por meio de conversas, do que nós compartilhamos e do conteúdo que criamos, consumimos, e fazemos uma curadoria, nós investimos no comércio da informação e das relações que naturalmente se desdobram. 
Dentro deste contexto, O Social Commerce — ou Comércio Social — é uma estratégia de marketing importante para comerciantes de e-commerce potencializar suas mídias sociais como um canal de vendas e relacionamento. Seu principal objetivo é criar uma experiência significativa com os e-consumidores de lojas virtuais e permitir que eles compartilhem suas compras online nas suas redes sociais com intuito de socializá-las com suas conexões. E para que essas ações sejam alcançadas é preciso adicionar na loja virtual as funções que permitem aos usuários comentarem e avaliarem as páginas com informações sobre a mercadoria. Além disso, com a inclusão dos botões como o “Like” e “share’’- do Facebook — outros usuários saberão o número de recomendações de tais produtos, servindo como uma avaliação para estimular novos compradores.
Portanto, implantar uma estratégia de Social Commerce é preciso ter uma boa visão de negócio eletrônico. Não pensar somente ‘no lucro final’, e sim na construção do relacionamento e experiência significativa com os clientes. O sucesso de um comércio eletrônico está atrelado diretamente ao cuidado e gerenciamento desta relação como parte integradora das estratégias da sua loja, que, quando bem administradas, aumentam a probabilidade dos produtos e serviços receberem avaliações positivas, influenciando novos clientes e fidelizando os atuais.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Por que vender através dos Marketplaces.


Os marketplaces são os dono da vez no e-commerce, são uma excelente oportunidade para potencializar suas vendas. Isso é justificável, já que os sellers – termo utilizado para descrever os vendedores que estão no marketplace – expõem seus produtos em alguns dos sites com maior número de acessos do país. 


Dentro deste contexto, estar nos marketplaces é propiciar um ambiente de oportunidades onde várias empresas podem vender seus produtos dentro de uma única loja virtual obtendo uma maior visibilidade ao seu produto, economizando com custos de publicidade , aproveitando o alto tráfego da loja e possibilidade de atingir novos clientes. Os marketplaces funcionam como um shopping center virtual onde é possível comparar várias opções de produtos, preços com muita agilidade.

Se você está pensando em aumentar suas vendas com marketplaces é importante saber que cada organização possui suas regras e condições. Aproveite para conhecer o Marketplace do Grupo Infoar >>> Clique aqui.

Outro ponto importante é identificar se a sua plataforma de e-commerce possui integração com os marketplaces, manter a operação de vendas em um marketplace é uma atividade árdua e trabalhosa. São tarefas repetitivas que tomam o seu precioso tempo. Para eliminar esse retrabalho, é possível integrar o sistema de gestão da sua loja (e-commerce/backoffice/ERP) com os marketplaces.



Os marketplaces são uma tendência e vem ganhando muito espaço no setor de e-commerce e apresentam resultados surpreendentes. Um dos fatores que faz com que o marketplace se torne um canal de vendas de sucesso é justamente porque ele dá liberdade para realizar uma parceria comercial em que só é pago uma comissão sobre os produtos vendidos. Esse diferencial possibilita a liberdade para os fabricantes que queiram “testar” a eficiência do e-commerce escolhido na prática.


terça-feira, 8 de novembro de 2016

7 Dicas para seu e-commerce obter resultados na Black Friday

Estamos próximos de mais uma edição da Black Friday, este ano realizada no dia 25 de Novembro. A data já é considerada como uma das mais importante do varejo online, ficando apenas atrás do Natal, e o volume de negócios gerados pelo e-commerce brasileiro durante o evento continuará crescendo. Segundo a Ebit, 84% dos internautas aproveitaram a última sexta do mês para aproveitar as promoções. 


A importante data americana que acontece na última sexta-feira de novembro, depois do feriado de ação de graças e é esperada ansiosamente pelos comerciantes brasileiros. Comprar durante o Black Friday é uma ótima opção para os consumidores que querem economizar com os presentes de Natal.

Confira as dicas para que o seu e-commerce tire o máximo de proveito desta data.

1. Treine sua equipe de vendedores e SAC;
2. Esteja próximo de seus consumidores;
3. Invista em infraestrutura;
4. Renove seus estoques;
5. Explore suas redes sociais;
6. Segmente suas campanhas;
7. Atente-se para as fraudes;
8. Enviei e-mail marketing segmentado;
9. Monitore seus concorrentes;
10. Possua ofertas imbatíveis. 

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Dicas de estratégias de Vendas para a Black Friday 2016.

Estamos nos aproximando de mais uma edição da Black Friday . O que tudo indica deve-se repetir o bom desempenho de 2015 e alavancar o comércio eletrônico brasileiro neste final de ano. Segundo pesquisa divulgada pela Ebit, 84% dos consumidores irão aproveitar os descontos da sexta-feira, o que irá gerar, somente na data, um faturamento de R$ 2,1 bilhões, um crescimento de 30% na comparação com a Black Friday de 2015.

A expectativa do mercado de publicidade on-line para a data é bastante positiva. Com o real mais forte e a tendência de retomada da economia, a concorrência pela atenção dos consumidores será bem acirrada e os varejistas precisam estar preparados em todas as plataformas para impactar e engajar os consumidores nos PCs ou em dispositivos móveis, que a cada ano são mais utilizados pelos consumidores para aproveitar as promoções da Black Friday. No ano passado, também segundo a E-bit, o mobile já representou 11% dos pedidos.

Traçar uma estratégia multicanal se tornou então essencial para conseguir um retorno positivo do investimento na mídia online, tendência confirmada pelo estudo H1 2016 State of Mobile Commerce Report, da Criteo, divulgado recentemente, que indicou crescimento de 70% nas transações feitas via mobile no Brasil no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2015.

Como já aconteceu nas edições anteriores, os consumidores irão aproveitar a Black Friday para antecipar as compras de Natal. Por isso, é importante que os anunciantes ampliem seus investimentos nas semanas anteriores, já que os consumidores começam a pesquisar preços até 30 dias.

Se o varejista não tiver um plano de mídia agressivo em campanhas de CPC para este período, pode perder boas oportunidades de aquecer as vendas em uma das melhores datas para o e-commerce.



Confira dicas para garantir boas vendas na data que está se consolidando como a mais importante do varejo online:

1) Antecipe as campanhas. Os consumidores que não compraram nos últimos 30 dias anteriores a Black Friday têm uma representatividade importante nas vendas e costumam comprar 20% mais que os consumidores ativos. Planeje um orçamento mais agressivo para até três semanas antes dos dias de pico. Isso dará um fôlego para que consiga atender os clientes com excelência.

2) Trace uma estratégia multicanal. Lembre-se que o mobile segue em rota de crescimento nas vendas online e muitos consumidores usam os dispositivos móveis também para pesquisar preços e produtos antes de fechar a compra no PC.

3) Desenvolva um app. Além de um site responsivo, ter um app pode ser decisivo para vender mais que a concorrência. Cuide bem da usabilidade e de oferecer recursos que garantam uma boa experiência no mobile. Um bom app pode trazer o consumidor de volta e gerar vendas recorrentes.

4) Certifique-se de que seus catálogos de ofertas estão atualizados e que contenham opções tanto de produtos únicos como os populares.

5) Prepare seus servidores para receber um tráfego intenso de consumidores.

6) Mantenha constantemente os preços e quantidades de produtos atualizados para minimizar frustrações no pós-venda.

Tenha em mente que os usuários ainda estão buscando bons preços até o último segundo antes de concluir a transação. Por isso, a oferta de benefícios como frete gratuito e entrega expressa podem ser diferenciais importantes para garantir as vendas.

7) Vincule os investimentos de aquisição e branding (como search) com canais direcionados à conversão, como display retargeting. Isso amplia a visibilidade da loja virtual e aumentas as chances de vender mais.


Por *Fernando Tassinari diretor geral da Criteo no Brasil.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O que esperar do Black Friday de 2016?

O que esperar do Black Friday de 2016? O Google já disse!
Dados e métricas do Black Friday nos últimos anos:
Black Friday 2011 até Black Friday 2016
O que o Black Friday representa para o Ecommerce?
Quais estratégias posso adotar para o Black Friday?
Como me planejar para o Black Friday?
Confira o relatório completo AQUI:

terça-feira, 19 de julho de 2016

Empreendedor: Descubra 5 dicas para investir em franquias.

O Empreendedorismo é uma das palavras do século, pois nunca falamos e pensamos tanto nesse propósito. Vivenciamos com uma geração que tudo nos estimula, desafia e nos impulsiona para sermos empreendedores. E nunca se refletiu tanto na importância de fugir da crise, correr riscos e, principalmente, atitude para empreender como nos dias de hoje, mesmo com um cenário cada vez mais complexo e em constantes mudanças e muitos desafios para superar.

A grande vantagem da franquia em relação a uma empresa aberta do zero é que já há uma base construída. O modelo de negócio, o público-alvo, o posicionamento da marca, quem são os fornecedores e prestadores de e serviços e até o nome da empresa já estão definidos. “Quando se opta pelo sistema de franquias, há uma uma equipe que irá acompanhar e ajudar os franqueados. O olhar compartilhado com a franqueadora ajudará o empresário a se manter atento”, afirma Claudio Tieghi, diretor de inteligência de mercado e sustentabilidade da ABF.



Confira cinco dicas para investir em franquias:

Dica 1: Para abrir uma franquia, é preciso apreciar o ramo de atuação do negócio, já que, mesmo com o respaldo de uma grande marca, a administração depende de seu dono, e não do franqueador. “A grande vantagem é que o empresário entra no mercado com uma marca consolidada, com credibilidade. Porém, a rotina é a mesma de quem abre uma empresa do zero. É preciso gerir pessoas, estoque, ponto de venda. E ainda ter que prestar contas para o dono da marca”, afirma Romulo Tevah, sócio-consultor da Bonsai Consultoria. 

Dica 2: “As franquias são um bom caminho para quem não tem muita experiência, mas o franqueado não pode acreditar que o negócio irá dar certo por si só, ou que o franqueador irá entregar tudo pronto”, salienta Tevah. Para quem não tem muito conhecimento, é preciso buscar informações sobre gestão. 



Dica 3: A responsabilidade jurídica é do franqueado, que irá abrir um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) próprio e irá comprar a autorização para usar o nome da marca escolhida por um período de tempo em determinado lugar. Entender as regras para utilizar as marcas e os produtos da franqueadora é fundamental.

Dica 4: Fazer uma pesquisa com outros franqueados para entender como é a relação com o franqueador e pesquisar sobre a satisfação dos clientes são os primeiros passos. “O investidor precisa ter os pés no chão e ser técnico quanto aos números apresentados por quem quer vender uma franquia”, salienta Tevah.

Dica 5: “Mesmo seguindo as diretrizes, inovar é sempre possível”, afirma Tieghi. Trata-se de uma questão de atitude do franqueado, que mesmo reproduzindo o cotidiano da marca, tem um campo enorme para inovar em gestão de pessoas, estratégias comerciais, relacionamento com a comunidade, captação de novos públicos.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

A importância do Marketing de Conteúdo.

Marketing de Conteúdo se tornou um importante instrumento na comunicação das marcas com seus públicos alvos. Os meios de tecnologia estão derrubando as barreiras entre o mundo físico e o digital e, consequentemente, mudando o comportamento das pessoas. A internet e os dispositivos móveis passaram a ser primordial não só para descobrir novidades, mas também para ajudar as pessoas nas suas tomadas decisões.

Hoje em dia, os clientes estão cada vez mais informados. Suas decisões de compra são cada vez mais fundamentadas e estabelecer uma relação de confiança e credibilidade que vai além das promessas da marca e da relação emocional, é primordial para as empresas que querem se destacar no mercado.

Portanto, é preciso fornecer informações úteis que facilitarão o processo de escolha do consumidor. Nesse cenário, fica nítida a importância do Marketing de conteúdo, que é o um dos principais meios para que as marcas estejam bem posicionadas na Web.

Uma pesquisa feita pela Chitika – Online Advertising Network – Agencia nos USA mostra que:

√ 90% das compras hoje começam no Google.

√ Em 30 segundos ou menos, é decido se a página encontrada merece um pouco mais da nossa atenção.

√ Sites na primeira posição da busca orgânica do Google recebem, respectivamente, 32,5%, dos cliques. Na segunda posição recebem 17,6% e na terceira 11,4%.

√ 91,5% dos internautas não passaram para 2ª página e 86% deles preferem resultados orgânicos a links patrocinados.

A melhor forma de ter Leads qualificados é fazer o cliente vir até você, transformando um usuário em cliente. Isso é possível com:

√ Conteúdo de qualidade

√ Fornecimento informações relevantes (dicas, curiosidades, novidade)

√ Criação de vínculo com usuário

√ Mostrar-se diferente

√ Fornecer um espaço de conexão com os clientes

Hoje em dia, o Marketing de conteúdo vai muito além de simplesmente escrever um texto e colocar em seu site. Ele acompanhou as transformações digitais e hoje é realizado também por meio de outras plataformas, tais como:

√ Sites

√ Redes Sociais

√ Blogs

√ Assessoria de Imprensa

√ Newsletter

√ E-mail MKT

√ Informativos / Boletins / Jornais e Revistas

√ Palestras

√ Vídeo

Fonte: IdeConteúdo

terça-feira, 31 de maio de 2016

Quanto custa para abrir uma loja virtual?

O Comércio eletrônico no Brasil  é um setor que definitivamente, não entrou na lista da crise. Na contramão do cenário econômico do país este setor não para de crescer.

Diante disso, é natural que diversas empresas decidam por fechar suas lojas físicas e partir para o virtual. Porém, é importante atentar-se a todos os cuidados que devem ser tomados para criar seu e-commerce e iniciar a operação.



Custos básicos para montar uma loja virtual

1) Plataforma

Hoje existem inúmeras plataformas no mercado, para todos os gostos, necessidades e bolsos. Plataformas com mensalidades a partir de R$ 120,00 com funcionalidades razoáveis (algumas limitadas), até plataformas totalmente customizadas com licenças de uso que passam dos R$ 500.000,00.

Você precisa entender a sua necessidade antes de escolher a plataforma e olhar quais funcionalidades são necessárias para o seu negócio.
Para o pequeno lojista que busca uma plataforma um pouco mais simples e apenas para B2C, certamente encontrará soluções mais acessíveis.
Além da plataforma você ainda precisará das seguintes soluções:



2) Certificado Digital

Item de segurança de extrema importância, tem a finalidade de criptografar os dados trocados entre o usuário e o servidor da loja virtual, dando ao consumidor a segurança para efetuar a transação naquela loja. O custo desse serviço é anual e fica entre 1.500,00 e R$ 3.800,00.
Algumas plataformas já oferecem o serviço incluso na mensalidade e hospedagem por R$ 420,00 anual. Redução de 72%. 

3) Blindagem de site

Esse é um serviço que encontrei poucos prestadores de serviços, tive que cotar serviços com empresas estrangeiras. É um serviço caro para quem está iniciando, mas também muito importante, porque ele faz auditoria de segurança semanalmente (dependendo do plano) e simula a invasão do seu site por um hacker para encontrar vulnerabilidade gerando relatórios, etc.

O custo é muito diferente de prestador para prestador, vi valores de R$ 3.600,00 a R$ 12.000,00 anuais. (Os valores das empresas estrangeiras já estão convertidos de dólar ou euro para reais).

Considerei a blindagem mais completa e eficiente do mercado, indicado para grandes players com alto volume de transação e produtos de alto risco (alta liquidez no mercado). Em uma nova cotação, busquei serviços básicos que atendam o pequeno lojista de maneira satisfatória.

4) Marketing digital

Esse investimento, a maioria dos empreendedores não considera quando estuda lançar um comércio eletrônico. Aqui é realmente difícil falar um valor porque as variáveis são inúmeras.

Tenho visto alguns especialistas dizendo que o investimento razoável em marketing digital ficaria entre 3% e 7% do seu faturamento. Importante lembrar que no início de uma loja virtual o investimento em Marketing digital deve ser pensado com muito critério para ser assertivo, pois isso irá determinar o sucesso do seu e-commerce.

O último relatório da E-bit, 33ª edição do webshoppers, apontou que os investimentos em Marketing Digital em 2015 foram na casa de 13%.



5) Soluções de pagamentos

Antes de falar sobre as soluções de pagamento, quero apenas esclarecer que estou considerando aqui a utilização de gateway e conexão direta com o adquirente (Cielo, Rede, Elavon, GetNet, Stone, FirstData, etc). Não estou considerando a opção com um intermediador (que é o responsável por toda transação de pagamento, desde a oferta de meio de pagamento até o recebimento e repasse para o lojista).

Alguns especialistas dizem que para o lojista iniciante, faz sentido usar um intermediador. O custo percentual por pedido confirmado é um pouco mais alto, mas a transação é garantida pelo intermediador (pelo que vi no mercado, o percentual fica em torno de 5%, mas você elimina outros custos e faz contrato com um único fornecedor). Vamos então as soluções de pagamento que considero aqui.

6) Gateway

Simplificando, esse é o responsável por conectar você com a empresa de cartão de crédito (adquirente). Na média o custo de set-up fica em torno de R$ 1.500,00 mais o custo por transação, que na média ficam em R$ 0,73. O mais barato que vi foi R$ 0,40 e o mais caro foi R$ 1,20.

Alguns gateways podem te isentar desse setup dependendo da plataforma contratada. R$ 0,67 custo médio por transação e média de R$ 730,00 de setup.

7) Antifraude

Não imagine que seu negócio não terá fraude, espero que não tenha, mas é melhor prevenir. Os investimentos nessa solução giram em torno de R$ 900,00 de set-up mais o custo por transação. Que na média fica em R$ 0,80 para analises eletrônicas e se houver necessidade de avaliação “manual”.

Onde um operador entra no circuito para fazer a análise da suspeita de fraude custa de R$ 3,50 (o mais barato) a R$ 12,33 (o mais caro) por transação. É também importante lembrar que dependendo da plataforma contratada não há taxa de setup.

8) Adquirentes

É importante dizer que a conexão com o adquirente vai depender do gateway, então essas duas soluções precisam ser pensadas em conjunto.

Aqui os custos são percentuais sobre a transação e vai depender do contrato que você fizer com o Adquirente, da forma de pagamento e das parcelas. As transações a vista ficam na média de 3,5% da transação e as parceladas ficam em média 4,5% (2 a 6 parcelas) e 5,10% (7 a 12 parcelas).

9) Conciliação

Este é um serviço que é oferecido para que você saiba exatamente quais transações estão sendo pagas, quais estão com problemas, se existe chargeback, etc. Esse serviço custa em média R$ 0,50 por transação.

Além desses custos, é importante considerar ainda os custos com logística (incluindo logística reversa), custo com pessoal (gestor, SAC, marketing digital, jurídico, contador, especialistas de conteúdo, analistas, monitoramento, etc). Alguns desses custos como jurídico e contador você pode terceirizar, aliás, dependendo do seu negócio é aconselhável que faça isso.

Texto por André Pereira no Blog profissional de E-commerce 

Aproveitamos também para apresentar uma proposta de E-commerce da Mais Continental  

vamos conversar?


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Mais Continental recebe parceiros em treinamento.

Na manhã desta Segunda (23/05) a Mais Continental, recebeu seus parceiros para apresentar mais uma novidade do Grupo Infoar as Câmaras Frias

O treinamento teve como objetivo apresentar o produto e seus principais diferenciais competitivos. Esteve representado em torno de 20 franquias virtuais. 

Confira nas imagens o que rolou no treinamento. 










Saiba mais informações sobre a Continental Câmaras Frias [Aqui]





quarta-feira, 4 de maio de 2016

E-commerce brasileiro deve crescer mais de 8% em maio de 2016

Na contramão a crise em que o Brasil está vivendo o comércio eletrônico promete ter um crescimento considerável em maio de 2016. Segundo relatório da empresa Conversion o setor deve movimentar R$ 6,18 bilhões, representando um aumento de 8,67% das vendas online em relação ao último mês, abril.




De acordo com o mesmo estudo, o comércio eletrônico deve movimentar em 2016 a cifra de R$ 69,76 bilhões, um crescimento de 25% em relação ao último ano.

O único mês que terá um faturamento superior a maio em 2016 é novembro, quando ocorrerá a Black Friday, maior campanha de descontos do país.
Quer acessar o relatório completo? Clique aqui.